Polícia prende acusado pela morte do publicitário. Briga no trânsito pode ter sido a causa da morte

junho 27, 2020 0

Acompanhado do seu Advogado constituído, o acusado Raimundo Cláudio Diniz, suspeito de matar o publicitário e neto do ex-presidente José Sarney, a vítima Diogo Adriano Costa Campos. O suspeito de cometer o crime se apresentou nesta sexta-feira (26), na Superintendência de Homicídios e Proteção à Pessoa (SHPP). Segundo a versão do dele, alvejou a vitima, por ter sido agredido pelo mesmo.


Suspeito Raimundo. Cláudio Diniz

O acusado Raimundo Cláudio Diniz, ao se apresentar na SHPP, localizada na Av. Beira Mar, teria confessado a autoria do crime contra o publicitário Diogo Adriano Costa Campos.
Ele teria realizado o disparo de arma de fogo de dentro do veículo roubado, um Argo de cor vermelha. O crime aconteceu na terça-feira (16), nas proximidades da Lagoa da Jansen. O disparo teria acertado o pescoço da vitima, o que teria causado a sua morte imediata.

Roubo, agressão, disparo e morte do publicitário

As informações repassadas pelo suspeito do crime de homicídio, Raimundo Cláudio Diniz, foram que ele e mais dois comparsas teriam tomado de assalto, o veículo Argo, de cor vermelha, no Barramar.
Esta ação, ocorreu no sábado (13). Eles estavam em um outro veículo, um Corola de cor branca.
Já na terça-feira (16), eles estavam passando nas proximidades da Lagoa da Jansen, quando aconteceu uma quase colizão com o veículo do publicitário Diogo Adriano, que ia saindo do seu prédio.

O acusado Raimundo Claúdio Diniz,  teria dito, que após esse incidente,   o publicitário teria perseguido o veículo em que estavam, e os trancou lá na freente. Quando então, aconteceu o inevitável: o publicitário teria descido do seu carro e esmurrou diversas vezes a janela do veiculo Argo, onde  estavam os suspeitos.

O acusado Raimundo Cláudio Diniz, teria abaixado o vidro do carro e fora xingado por Diogo Adriano Costa. Depois, na sequência, Raimundo Cláudio Diniz, teria sido agredido com um murro na altura do peito, por Diogo Adriano.
O acusado teria pego uma arma de fogo, da mão de um dos seus comparsas e realizado o tiro mortal, na altura do pescoço da vítima.
Apos o disparo, se evadiram do local, dando início nas investigações posteriores, pela Polícia Civil, a Perícia Oficial, os Serviços de Inteligência da SSP e da Polícia Militar. As investigações continuam no sentido de confirmarem na identificação dos outros suspeitos.

A Polícia Civil realizou na  sexta-feira (26), por volta das 15hs, uma coletiva na sua sede, na Beira Mar, explicando acerca da prisão do acusado e o desenrolar do caso. Estavam presentes o Delegado Geral da Polícia Civil, Leonardo Diniz, o Comandante da Polícia Militar, Cel. Pedro Ribeiro e delegados da SHPP.

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