Lanchonetes, bancas, bar, podem ser retirados do Barramar. Será que acontecerá também, na região da Cidade Operária???

dezembro 17, 2019 0


A entrada do Bairro da Cidade Operária é ocupada de forma irregular

O Ministério Público do Maranhão (MPMA), por meio da Promotoria do Meio Ambiente, ganhou um “round” na Justiça contra aqueles que ocupam a Área de Preservação Ambiental (APP) do conjunto habitacional do Barramar, situado no bairro do Calhau.
Depois de quatro anos de brigas judiciais, o juiz da Vara de Interesses Difusos e Coletivos de São Luís, Douglas de Melo Martins, decidiu pela demolição de “qualquer empreendimento com instalações fixas no local”. Isso significa toda e qualquer modificação feita nele: as lanchonetes, a banca de revista e até a praça que foi construída pelos proprietários destes empreendimentos. Neste contexto, poderá acontecer também, no bairro da Cidade Operária.



Área da entrada da Cidade Operária está ocupada há cerca de 20 anos, como resolver esse problema?


Aproveitando a ação do Ministério Público do Maranhão (MPMA), por meio da Promotoria do Meio Ambiente, o juiz da Vara de Interesses Difusos e Coletivos de São Luís, Douglas de Melo Martins, poderia dá aquela volta aqui no bairro da Cidade Operária e ver de perto, a entrada do Bairro da Cidade Operária. Há ocupações irregulares aqui, que já ultrapassaram os 20 anos. Hoje, onde estão localizados a Barraca de Pau, o Bar Opção, estão ocupados há muito tempo, sem serem incomodados. Uma área localizada na entrada do bairro, de frente, e ao lado de postos de gasolinas, deveria abrigar espaços públicos. Mas há anos, ocupam lugares de festas. Os espaços foram invadidos e até hoje, permanece da mesma forma. Nos dois locais, já foram palco de mortes, por conta das festas realizadas ali; e, diga-se de passagem, festas mal planejadas e autorizadas de forma errada. Caso o Ministério Público do Maranhão (MPMA), realize uma visita no local, com certeza tomará providências cabíveis e de agrado para os moradores do Bairro da Cidade Operária e adjacências.


Ainda aguardamos a Maternidade do bairro da Cidade Operária


Aproveitando o ensejo, o Prefeito de São Luís, Edvaldo Holanda Jr. poderia também, mandar uma equipe, para visitar a área por trás da Barraca de Pau. Há um espaço grande, que poderia ser muito bem aproveitado, para a construção de uma praça, uma creche, e ou algum empreendimento, de importância para o bairro. O espaço mencionado, é da mesma data dos dois locais invadidos. Hoje, está sendo usado para descarregar lixo. Será que estão esperando invadir também?


O blog aproveita e solicita também, que a comunidade da Cidade Operária, ainda aguarda, a inauguração da maternidade municipal, que seria construída no local. Fora promessa de campanha desde 2016, mas até agora, nada foi realizado. Sobre este local, as obras iniciaram em junho de 2014. O terreno possui 14 mil m² de área, e terá 120 leitos, destes, 100 leitos de internação e 20 de UTIs – 10 neonatais e 10 infantis. A obra está orçada em 25 milhões de reais, dos quais, 24 milhões são recursos da União, e um milhão do Governo Municipal. A pergunta bonita, onde está esse dinheiro???

Neste projeto da maternidade municipal, outros projetos que visam beneficiar as parturientes do município. Um desses projetos solicitados pelo parlamentar ao ministro Marcelo castro, refere-se à Casa da Gestante, que será uma unidade vinculada à maternidade, construída dentro do mesmo terreno, e que será destinada ao acolhimento e acompanhamento das mulheres gestantes que necessitam de cuidados especiais, antes e depois de darem à luz.


Na época, em janeiro de 2016, o ministro da Saúde, Marcelo Castro, visitou na manhã da ultima sexta-feira (08) as obras da primeira maternidade municipal de São Luís, que está sendo construída no bairro Cidade Operária. As obras iniciaram em junho de 2014. O ministro foi acompanhado pelo senador, Roberto Rocha (PSB), o deputado federal, Alberto Filho (PMDB), o secretário estadual de Saúde, Marcos Pacheco e o vereador Roberto Rocha Júnior (PSB), que fora o defensor do projeto na Câmara Municipal. Foi ele quem ajudou a autorizar a área, onde a maternidade seria construída.


Mais problemas nos bairro adjacentes

Salientar também, que a área da Apaco, até hoje, nunca recebeu os serviços de saneamento básico. Nunca houve o conjunto dos serviços de infraestrutura e instalações operacionais de abastecimento de água, esgotamento sanitário. Lembrando, que é um direito assegurado pela Constituição, pela Lei nº. 11.445/2007.
Os moradores da região da Cidade Operária e adjacências, são sabedores, que a eleição municipal está se aproximando. É só um recado!

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