Deu o bote: Ministério Público e Polícia Civil cumprem 10 Mandados de Busca e Apreensão e prende suspeito

novembro 05, 2019 0

O Ministério Público do Maranhão (MPMA) em conjunto com a Polícia Civil do Maranhão por conta de ações de crimes na capital maranhense, realizou o cumprimento a 10 Mandados de Busca e Apreensão e ainda a 01 Mandado de Prisão Temporária. A operação deflagrada na manhã desta terça-feira, 05, objetivou na apuração de possível falsificação do Atestado de Existência e Regular Funcionamento, por meio do Instituto Renascer e o Instituto Periferia; utilizando o Atestado de Existência e Regular Funcionamento, para se beneficiarem mediante a celebração de convênios junto a Secretarias Municipais de São Luís, com aplicação de recursos de emendas parlamentares da Casa Legislativa da Capital.

As informações acerca da operação aconteceram por conta dos alvos, sendo as entidades Instituto Social Renascer e Instituto Periferia, e seus responsáveis legais, Izadora Pestana Rocha e Márcio Rogério Leonardi, respectivamente; os contadores Ney Almeida Duarte, Paulo Roberto Barros Gomes e Neuber Dias Ferreira Júnior e seus respectivos escritórios de contabilidade e o despachante Márcio Jorge Berredo Barbosa.


As medidas foram requeridas pelo MPMA para evitar a destruição ou ocultação de provas, e para instruir o Procedimento Investigatório Criminal instaurado pela 1ª Promotoria de Justiça Criminal do Termo Judiciário de São Luís, que apura a possível falsificação do Atestado de Existência e Regular Funcionamento, emitido pelas Promotorias de Justiça de Fundações e Entidades de Interesse Social da Capital.

Ações suspeitas e uma pessoa presa

Segundo as investigações que resultaram na ação, o Instituto Renascer e o Instituto Periferia acima teriam utilizado o Atestado de Existência e Regular Funcionamento para se beneficiarem mediante a celebração de convênios junto a Secretarias Municipais de São Luís, com aplicação de recursos de emendas parlamentares da Casa Legislativa da Capital. O suspeito Paulo Roberto Barros Gomes foi preso temporariamente pelo prazo de cinco dias. Também foram apreendidos computadores e diversos documentos, que serão periciados.

A operação integrada foi realizada por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), bem como a Superintendência de Prevenção e Combate à Corrupção (Seccor) e a Superintendência de Polícia Civil da Capital (SPCC).
Fonte (MPMA)

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