Policial e vigilante são levados à Justiça sobre execução de garotos no Coquilho-Mato Grosso

junho 17, 2019 0


 Enterro dos jovens

Os acusados Hamilton Caires Linhares e o vigilante Evilásio Lemos Ribeiro, acusados de participarem da chacina de 03 garotos, no dia 03 de janeiro de 2019, no Coquilho-Mato Grosso foram levados nesta sexta-feira (14), para o Fórum Desembargador Sarney Costa, no Calhau. Eles estão sendo julgados pela morte dos três adolescentes, Joanderson da Silva Diniz (17 anos), Gildean Castro Silva (14 anos) e Gistavo Feitosa Monroe (18 anos). A açao criminosa contra os três aconteceu em uma área de construção de um condomínio do Programa federal Minha Casa Minha Vida, localizado no Coquijho-Mato Grosso, zona rural da capital de São Luís.

A dupla foi ouvida no fórum Desembargador Sarney Costa, onde compareceu 21 testemunhas. O magistrado determinou o prazo para a defesa, onde o Juiz vai decidir se os acusados serão submetidos a um Júri Popular. Segundo as investigações, o crime foi cometido, devido os jovens serem suspeitos de estar realizando pequenos furtos na região da construção do condomínio. Ainda sobre a vigilância do condomínio, além dos vigilantes foram contratados uma vigilância armada em apoio aos vigilantes. Os garotos foram abordados pelo vigilante Evilâsio Júnior e pelo soldado Hamíltin Caires.


O militar acusado pela morte dos garotos


Mortos de forma fria e cruel

Os garotos foram levados para uma área de matagal e executados de forma fria. As informações dão conta, que o policial teria executado as vítimas e o vigilante teria dado apoio em relação à ação criminosa.
Os corpos das vítimas teriam sido encontrados um dia depois do crime. Os serviços realizados pela Superintendência de Polícia Técnica Científica (SPTC), revelaram que as vítimas foram mortas com tiros na nuca e nas mãos.


As vitimas

Logo após a morte dos jovens, o policial Hamilton Caires foi preso por ordem judicial. Segundo o policial, ao avistar as vítimas, ele teria disparado tiros para o alto como advertência. Quanto a arma de fogo que teria perdido a arma e não teria realizado o registro do Boletim de Ocorrência (BO), acerca do desaparecimento da pistola. O policiai se encontra preso no Sistema Penitenciário de Pedrinhas. W

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