Atuação ofensiva das superintendências com apreensões em massa de entorpecentes foram fundamentais na queda dos crimes contra a vida

junho 06, 2019 0




Ações das forças integradas contra o crime


A criminalidade no tocante aos crimes contra a vida, ou seja, os homicídios e latrocínios, tem tomado um rumo diferenciado ao que era propagado anteriormente. A maior confiabilidade nesses dados, é no tocante que antigamente, a contagem era somente na região metropolitana de São Luís. Ninguém à época propagava os números do interior. O quantitativo antigamente sobre o número de mortes mês, se passavam de 100 casos, agora, imagine, somado com o número de crimes contra a vida, nos municípios maranhenses. Através de um intenso trabalho de combate à criminalidade e um investimento forte e estratégias, foi-se possível se reduzir, de mais de 100 casos, para cerca de 30 pessoas mortas, contando casos a esclarecer e achado de cadáver.


Tempos não tão assim distantes, nos lembram que os jornais vendiam como nunca, as matérias chamativas, as quais sempre eram as da primeira página e ou a última; onde exibiam as fotos de tantos corpos, vítimas de atrocidades, que por disparos de arma de fogo, por pedradas e ou vítimas de armas branca. Tempos onde também, os comunicadores dos programas de rondas policiais tinham muito trabalho. Chegavam a selecionar casos importantes para falar, pois de outra forma, não tinham tempo suficiente nos programas, para esclarecer cada uma das mortes. Com o passar dos tempos, surgiu uma nova forma de se fazer o enfrentamento contra o crime, visando na redução dos inúmeros homicídios na época. Elaborou-se formas diferentes para se resolver o problema. Não foi fácil! Então fora inaugurada não apenas uma superintendência, mas diversas delas. Superintendências para cada caso específico, quer seja uma especializada para a elucidação de casos relacionados a crimes contra os entorpecentes; Superintendência para crimes contra a corrupção; Superintendências para investigar os crimes contra a vida e hoje. Hoje temos inclusive, um departamento para o combate contra os crimes contra a violência contra a mulher; onde atualmente, os casos são constantes de violência deste gênero, em todo o Brasil.



Superintendências com investigações em âmbito específico / Entorpecentes relacionados diretamente com os crimes contra a vida




Apreensões de entorpecentes


A Superintendência Estadual de Investigações Criminais (SEIC), advindo do antigo Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), tomou proporções mais específicas; como no combate exclusivo às facções que se digladiavam e insistiam em criar raízes mais sólidas no estado. A Seic somou juntamente com a Senarc, com apoio das delegacias e a coirmã, a Polícia Militar, em uma batalha árdua contra o crime, para que a diminuição no índice nas mortes pudesse alcançar números menores; ao existentes na época, números estes, os quais destacava a capital, na lista das 50 cidades mais violentas do país. As quadrilhas presas, juntamente com as grandes apreensões de entorpecentes, de rifles, metralhadoras e até armamento de grosso calibre, como a .50, com poder de destruição impressionante, com a capacidade de derrubar um helicóptero. De uma maneira geral, os crimes contra a vida de forma violenta, de uma forma geral, sempre tem o envolvimento das vítimas, com o tráfico de entorpecentes. Quer seja por motivo de desavenças e ou cobranças pelo tráfico de drogas, tem o envolvimento com a droga. A criação das Superintendência Estadual de Repressão ao Narcotráfico (Senarc), atuou fortemente no combate aos entorpecentes, sendo um braço forte, para a diminuição dos crimes contra a vida.






Apreensões de armas de fogo


A retirada de toneladas de entorpecentes das mãos das quadrilhas, a apreensão de dezenas de armas de fogo, e em sua maioria de grosso calibre, restringiu sobremaneiramente a ação desses criminosos no cometimento dos crimes de homicídios e latrocínios. A inibição do uso dos entorpecentes para a pratica de crimes contra os rivais, os chamados acertos de contas, tem sido uma das causas na queda dos homicídios e ou latrocínios na região metropolitana de São Luís. Por certo, posteriormente a estas duas superintendências, a Seic e a Senarc vieram somar com outra superintendência, na qual exerce um pilar significativo par a real diminuição nos dados dos crimes contra a vida, quer seja homicídios ou latrocínios, que fora a criação da Superintendência de Homicídio e Proteção à Pessoa (SHPP).


SHPP com alto grau de resolutividade nos crimes de homicídios


A SHPP, com um envolvimento mais dinâmico e presencial, independente, dos plantões exercidos pelas delegacias, garantiu uma resolutividade mais forte. A SHPP investiu em ações técnicas para a apuração dos crimes, levando na resolução de muitos desses casos, e consequentemente, nas prisão do autor e ou autores. Casos estes, com definição em cerca de poucas horas, culminando na prisão dos acusados. Na ênfase, a SHPP acondiciona o Departamento de Homicídio da região metropolitana; do Interior; casos de latrocínios e desaparecimentos, e ainda o Departamento de Feminicídio (mortes de mulheres por questão do gênero).



 Inauguração da SHPP


O diferencial da SHPP, é quanto ao modo de se investigar os crimes contra a vida. Há um Núcleo de Inteligência Específico, que dispõe de tecnologia avançada. A SHPP dispões de um plantão com funcionamento de 24hs, onde com a chamada de um crime, saímos de imediato para o local, independente do serviço da delegacia distrital. A instrutura nos disponibilizada com certeza em uma maior eficiência nas investigações e resolutividade dos casos, com a maior precisão de acertos. Não obstante, a Secretaria de Segurança e a Polícia Civil realizaram investimentos mais ousados, para poder dar respaldo às investigações. Em contrapartida, o Secretário Jefferson Portela e o Superintendente de Polícia Técnica Científica (SPTC), Miguel Alves, implantaram um complexo complementar para as investigações. Fora criado na gestão do Governador Flávio Dino, a Delegacia Móvel, à qual realiza os primeiros levantamentos nos locais de crimes. A criação do Instituto de Genética Forense (IGF) para analisar os matérias encontrados e com uma perícia e técnicas de primeiro, consequentemente, uma resposta mais segura na resolução dos casos.


Redução da violência na região metropolitana


Observamos, que para a enorme redução com crimes contra a vida, há os investimentos necessários na segurança pública apontada em uma redução de crimes como a vida. Os homicídios caíram consideravelmente, desde o ano de 2017, de forma rápida, decrescente. O Maranhão se destaca em pesquisa da organização de sociedade civil mexicana sobre Segurança, Justiça e Paz, referente a 2017, que aponta a capital maranhense fora da lista das 50 cidades mais violentas do mundo. Hoje quando se fala em violência de crimes contra a vida, o estado do Maranhão não é mais citado como no rol das capitais mais violenta do país. As provas estão visíveis, pois não há mais fugas em massa nos presídios, inclusive com decapitações; incêndios em coletivos com vítimas; terror e toques de recolher. Os crimes violentos não são mais manchetes nos meios de comunicações como era antigamente. Há sim, ainda a inobservância de pessoas que não conseguem ver, que o maranhão no quesito segurança pública está melhor que antes. Este fato, os opositores com interesses particulares, jamais irão aceitar!

Os números de crimes contra a vida na Grande São Luís, no mês de maio 2019, houve uma continuação na redução dos crimes. Foram registrados 25 casos em maio de 2019. Se a comparação for em relação ao ano de 2014, ano comparativo com a gestão anterior, a diferença é ainda mais discrepante. Em maio de 2014, foram 71 homicídios, quase três vezes mais do que o registrado neste ano. Mesmo com a redução nos gastos na área da segurança pública, relacionada pela crise que o Brasil alcança, o Maranhão no quesito Segurança Pública, vem dando a sua parcela no combate à criminalidade. w

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